Como a Locates transformou incertezas em direção clara, centrada no cliente
Quem é a Locates
A Locates (https://locates.com.br/) nasceu da inquietação: porque decisões de desenvolvimento imobiliário, tão críticas, tão caras, ainda dependiam de processos manuais, lentos e baseados exclusivamente na experiência individual?
A solução que construíram permite que incorporadores e investidores avaliem áreas com uma combinação poderosa de dados, inteligência e simplicidade. Uma experiência que reduz semanas de análise para segundos.
Em cinco anos, já tinham:
- validação de mercado,
- operações em múltiplas cidades,
- investimento recebido,
- e clientes que reconheciam o valor da plataforma.
Ainda assim, algo incomodava a liderança.
O produto era bom. O valor era real. Mas a Locates não conseguia enxergar com nitidez COMO o cliente percebia esse valor.
Esse ponto, fazia com que decisões importantes demorassem a ser tomadas.
A Locates sabia que era valiosa, mas não sabia exatamente por quê
Mesmo em crescimento, a Locates convivia com dúvidas. A comunicação não entregava a clareza necessária, alguma coisa parecia sempre “fora do lugar”. Como disse Rodrigo, Diretor de Negócios:
“A gente explicava, mostrava, apresentava… mas tinha coisa que não batia.”
Ao mesmo tempo, o roadmap era uma arena de ideias. Sugestões vinham do time, da agência de marketing, de clientes e mentores. O problema? Faltava critério para decidir o que realmente gerava valor.
Felipe, cofundador, sintetizou:
“Tínhamos um mundo de possibilidades… e pouca clareza do que era prioritário.”
A percepção do cliente potencializava o cenário: decisores, analistas e técnicos enxergavam a plataforma de formas distintas. Sem uma visão unificada, o produto corria risco de virar uma solução com diversos pedaços isolados.
A agência de marketing operava bem, mas no modo experimental, porque não havia um norte claro. E pedidos individuais de stakeholders ameaçavam puxar a empresa para caminhos que não necessariamente representavam o mercado.
Ou, como disse Rodrigo:
“A gente é bombardeado de desejos. Se você não tem clareza, você compra a ideia… e no final não vira nada.”
O Focus Map entrou como o instrumento que faltava para enxergar o invisível
A empresa aplicou o Focus Map para entender realmente qual era o mercado e a necessidade do cliente, o que redefiniu tudo.
1. A coleta bruta mostrou o que nenhuma reunião mostraria
Ao ouvir decisores, analistas e técnicos de forma não mediada, ficou evidente:
- quais camadas de valor cada perfil buscava
- quais pontos estavam gerando fricção
- quais funcionalidades eram realmente diferenciais
- quais “poderes” da plataforma não estavam sendo aproveitados
Felipe descreveu esse momento como um “choque de realidade”:
“A gente começou a enxergar como o cliente nos via. Não como a gente achava que ele nos via.”
2. As necessidades trouxeram grandes verdades
As necessidades funcionais já eram esperadas: velocidade, profundidade e análise inteligente. Mas as necessidades emocionais não, e essas sim viraram chave:
- segurança na tomada de decisão
- clareza do melhor caminho
- sensação de “não ter que analisar tudo sozinho”
- confiança para defender um projeto internamente
Rodrigo resumiu isso com um exemplo perfeito:
“O cliente não quer ordenhar a vaca. Ele quer o leite pronto na caixinha.”
Esse insight mudou completamente a forma de pensar o produto.
3. O Focus Map mostrou onde estavam as verdades estratégicas
Três descobertas surgiram com essas verdades:
A) A Locates estava mais madura do que imaginava
O medo de “estar cedo demais para o mercado” foi substituído pela evidência: o produto já estava em forte momento de tração.
B) Havia superpoderes subaproveitados
Necessidades com alto impacto e alto desejo estavam escondidas, contudo eram óbvias quando reveladas.
C) Havia elementos que precisavam sair da estratégia
Não por achismo, mas por dados.
Como o antigo posicionamento de “marketplace”, que foi oficialmente abandonado depois do Focus Map.
4. A agência finalmente encontrou direção
Antes, a agência queria experimentar tudo. Porém, com o Focus Map, a necessidade real virou o norte.
O marketing passou a trabalhar com foco, narrativa coerente e clareza absoluta sobre o que era valioso para o cliente.
O que mudou na prática
O primeiro impacto do Focus Map foi no roadmap. A transição para a nova plataforma exigia escolhas difíceis, e, pela primeira vez, elas foram feitas com critério.
Ficou claro o que fazia sentido, o que deveria esperar e o que simplesmente não gerava valor. Como disse Felipe:
“A plataforma nova seria cheia de coisas. O Focus Map mostrou que muita coisa não agregava nada. A gente deixou ela mais enxuta e ela ficou mais forte.”
O reflexo disso apareceu no lançamento da versão 2.0. Pela primeira vez, os clientes compreendiam a plataforma à primeira vista. Rodrigo captou o momento com precisão:
“Foi da água pro vinho. A gente começou a falar a mesma língua do usuário.”
Esse entendimento não veio por feeling. Veio pela reorganização das necessidades que orientaram toda a lógica da solução.
Com essa clareza, a comunicação comercial se estruturou. Reuniões ganharam ritmo. As objeções diminuíram. O valor ficou evidente.
A Locates também passou a tomar decisões com muito mais segurança. Antes, pedidos de clientes influentes facilmente viravam features. Agora, cada demanda passava por filtros objetivos: é uma necessidade essencial? Está na base?
Caso a resposta fosse não, não entrava.
A mudança final foi conceitual: a empresa amadureceu sua visão de estratégia. Rodrigo sintetizou:
“A gente confundia estratégia comercial com estratégia de negócio. O Focus Map corrigiu isso.”
No fim, a jornada da Locates deixa uma provocação para qualquer empresa que está tentando escalar: crescer sem clareza funciona, até parar de funcionar.
Você pode ganhar clientes, avançar no produto, ampliar o time, mas, se não souber exatamente quais dores está resolvendo e por que os clientes escolhem você, o crescimento sempre terá um teto invisível.
A Locates percebeu isso na prática. E é aí que mora a força desta experiência.
Ela mostra que você pode estar fazendo muita coisa certa, mas ainda assim estar longe do próximo nível por um motivo simples: sem clareza estratégica, você prioriza mal, comunica sem precisão e evolui no escuro.
Há cinco aprendizados essenciais
Não sobre o que o mercado “parece querer”, mas sobre como atuar nas dores reais:
1. Tração não significa entendimento, e não entender limita escala
É possível crescer sem compreender o que realmente gera valor. Mas para escalar, é preciso colocar luz sobre essa área cinzenta.
2. A priorização precisa refletir o cliente, não o “feeling” interno
Decidir o que entra e o que fica de fora exige critério. E critério só existe quando você tem clareza sobre o que resolve dores reais.
3. O diferencial competitivo não está no que você entrega, mas no que o cliente sente ao usar
As funcionalidades são copiáveis. Sensação de clareza, segurança e direção, não.
4. Estratégia precisa se adaptar ao ritmo do mercado
Ela não é estática, não está escrita em pedra, em um documento com 80 páginas ou dentro da gaveta.
Estratégia viva significa revisar premissas, revalidar prioridades e reavaliar a percepção do cliente continuamente.
5. Foco é o maior acelerador que uma empresa pode ter
Ele preserva recursos, garante direção e evita distrações fantasiadas de oportunidades.
E você? Sabe exatamente onde as dores do seu cliente começam, e como resolvê-las de verdade?
A experiência da Locates mostra que clareza estratégica nasce quando você entende com profundidade:
- o que realmente trava o cliente,
- o que ele está tentando alcançar (muito além da funcionalidade),
- o que ele valoriza primeiro,
- e onde suas decisões podem gerar impacto imediato.
Se você também está em busca de crescimento, mas sente que falta dados claros e estruturados para auxiliar na tomada de decisão, existe um próximo passo claro:
Transformar a voz do cliente em direção estratégica com o Focus Map.

